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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013


                              Efluentes


Esgoto, efluente  ou águas servidas são todos os resíduos líquidos provenientes de indústrias e domicílios e que necessitam de tratamento adequado para que sejam removidas as impurezas e assim possam ser devolvidos à natureza sem causar danos ambientais e à saúde humana. É subdividido em efluente industrial e doméstico. Toda empresa necessita de uma estação de tratamento ( E.T.E). É importante destacar que o tratamento dos efluentes pode variar muito dependendo do tipo de efluente tratado e da classificação do corpo de água que irá receber esse efluente, de acordo com a Resolução CONAMA 20/86. Quanto ao tipo, o esgoto industrial costuma ser mais difícil e caro de tratar devido à grande quantidade de produtos químicos presentes.

                      Exemplo de uma estação de tratamento:

Fonte: www.google.com



No tratamento primário são sedimentados (decantação) os sólidos em suspensão que vão se acumulando no fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.
Em seguida, no tratamento secundário, os micro organismos irão se alimentar da matéria orgânica convertendo-a em gás carbônico e água. E no terceiro e último processo, também chamado de fase de pós-tratamento, são removidos os poluentes específicos como os micronutrientes (nitrogênio, tanfloc.) e patogênicos (bactérias, fungos). Isso quando se deseja que o efluente tenha qualidade superior, ou quando o tratamento não atingiu a qualidade desejada.
Quando se trata de efluentes industriais a própria empresa que faz o tratamento de esgoto exige que a indústria monitore a qualidade dos efluentes mandados para e estação. No caso de haver substâncias muito tóxicas ou que não podem ser removidas pelo tratamento oferecido pela ETE, a indústria é obrigada a construir a sua própria ETE para tratar seu próprio efluente.

Fonte: COPASACETESB.


Resíduos Sólidos

De acordo com os dados levantados pelo DMLU em 2011, Porto Alegre produz 1.804 ton de resíduos urbanos por dia. 96% do total são depositados no aterro sanitário da Central de Resíduos do Recreio, percorrendo diariamente 113km desde a Estação de Transbordo Lomba do Pinheiro até Minas do Leão. Apenas 2,8% é triado pelas Unidades de Triagem e posteriormente reciclados, e 1,2% é compostado na Unidade de Triagem e Compostagem da Lomba do Pinheiro. Pelo lado positivo, o aterro sanitário já está queimando o metano (embora sem converter em energia elétrica), colaborando para o projeto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL - do Protocolo de Kyoto e em contrapartida recebendo créditos de carbono.


Fonte: PMGIRS - Plano Municipal de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos de Porto Alegre. Disponível http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/dmlu/usu_doc/pmgirs_porto_alegre_volume_1.pdf





quinta-feira, 28 de novembro de 2013



                          Saiba a diferença entre lixão e aterro sanitário :





quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Por que estudamos 

Tecnologia em Gestão Ambiental?

A crescente e recente preocupação com o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável decorre da antevisão e constatação de cientistas, ambientalistas, e de pessoas esclarecidas e conscientes de que o Homem, a despeito de ser o ente mais avançado na escala de evolução do Planeta Terra, explorou e continua explorando os recursos naturais, provocando alteração da biodiversidade e culminando em impactos ambientais indesejáveis e não programados.

A expansão demográfica e concentração da população nas cidades, aliadas ao processo de industrialização e concentração de poder em que impera a exploração dos recursos naturais, a busca por lucros incessantes e o incentivo ao consumo desenfreado, sem a devida atenção às consequências, foram fatores determinantes para o agravamento da desigualdade social, poluição, efeito estufa e deterioração do meio ambiente. Constatamos hoje que o aquecimento global e as mudanças climáticas consideráveis daí decorrentes, como aumento do degelo de montanhas e geleiras, furacões e tornados, secas, queimadas e enchentes, causaram prejuízos sociais, ambientais e econômicos devastadores.


Diversos estudos oferecem um panorama para empresas, governantes e gestores da sociedade civil de como estará o planeta em 2050. Projeta-se um salto na população mundial, dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões de habitantes, sendo que 98% desse crescimento deverá ocorrer nos países emergentes e em desenvolvimento, de acordo com estimativas das Nações Unidas. Haverá ainda mais pressão sobre o planeta, aumentando a demanda por alimentos, água, moradias, recursos naturais e energia.


    A Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, de 1972, em Estocolmo, representou um marco na colocação da dimensão do meio ambiente na agenda internacional. A revolução ambiental teve consequências éticas e epistemológicas de longo alcance, ao quebrar o paradigma de que a ciência pode dominar a natureza através do seu virtuoso progresso técnico. Nesta Conferência, as posições do economicismo arrogante e do fundamentalismo ecológico foram descartadas, sendo proposta uma abordagem fundamentada na harmonização de objetivos sociais, ambientais e econômicos, que pudesse estabelecer um aproveitamento racional e ecologicamente sustentável da natureza em benefício das populações locais, levando-as a incorporar a preocupação com a conservação da biodiversidade aos seus próprios interesses, como um componente da estratégia de desenvolvimento.

Há uma discrepância entre o consumo humano e a biocapacidade. O consumo é feito por 20% da população mundial que habita os países com índices de alto desenvolvimento humano, formando a “cortina de ouro”. O vídeo História das Coisas apresenta dados alarmantes; somente nos EUA, 99% da produção é consumida em menos de 6 meses, resultado das obsolescências programada e perceptiva. Metade a três quartos dos insumos industriais da Alemanha, da Holanda, do Japão e dos Estados Unidos voltam ao meio ambiente como lixo, após utilização. Enquanto não há sinais de rupturas mais graves que as mudanças climáticas têm promovido, continuamos excedendo em consumo e exploração de recursos naturais, em velocidade superior à que o planeta pode regenerar.

É neste contexto que entra o Gestor Ambiental. Desejamos, através dos conhecimentos que estamos adquirindo em nosso curso, colaborar concretamente para um desenvolvimento que satisfaça as nossas necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras em suprirem as suas próprias.

  Vaso sanitário transforma dejetos em combustível 






Cientistas de Universidade Tecnológica de Nanyang (NTU), de Cingapura, criaram um vaso sanitário ecológico. O No-Mix Vacuum Toilet consegue transformar a urina e as fezes em adubo e combustível por meio de um sistema que economiza água.

O vaso tem duas câmaras. Elas recolhem e separam os dejetos líquidos e sólidos. A urina recolhida vai para uma instalação de processamento onde se decompõe em nitrogênio, fósforo e potássio, elementos usados como adubo.

Por sua vez, as fezes vão para um biorreator. Ele faz o processamento e transforma os dejetos em biocombustível de metano. Esse gás é inodoro e pode ser usado para substituir o gás natural no fogão ou como gerador de eletricidade.

O sistema não exige que o vaso fique conectado aos encanamentos da rede de hidráulica e ao esgoto. Além disso, ele tem uma tecnologia de vácuo de sucção que usa entre 0,2 e 1 litro de água por descarga, enquanto uma privada convencional consome entre 4 e 6 litros. Essa quantidade representa 90% de economia em relação ao sistema convencional.

Para completar, o sistema também transforma as sobras de comida e outros resíduos orgânicos em fertilizante e energia. Portanto, esse pode ser um método de reciclagem mais eficiente e barato.

O projeto contou com um financiamento de US$ 7,8 milhões da Fundação Nacional de Pesquisa de Cingapura. Após quase dois anos de estudos, ele foi apresentando na feira de ciência e tecnologia WasteMet Asia 2012.

Segundo a agência de notícias EFE, o No-Mix Vacuum Toilet ainda é um protótipo. Porém, os pesquisadores acreditam que ele começará a ser usado em banheiros da instituição a partir de 2013.

Além disso, a instituição negocia com autoridades locais a instalação de protótipos nas casas de uma área residencial. Segundo os pesquisadores, o sistema também foi pensado para hotéis e construções afastadas que não contam com rede hidráulica e saneamento.

Fonte: Info (Tecnologias verdes)

                              Energia Eólica




energia eólica

O que é Energia Eólica?

Energia eólica é a energia que provém do vento. O termo eólico vem do latim aeolicus, que pertence a Éolo, o deus dos ventos na mitologia grega. A energia eólica é utilizada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás.
Nos moinhos de vento a energia eólica é transformada em energia mecânica, que é utilizada para moer grãos ou bombear água. Atualmente utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores, que são turbinas colocadas em lugares de muito vento, para produzir energia. Essas turbinas têm geralmente a forma de um catavento ou moinho.
Existem os parques eólicos, que são concentrações de aerogeradores, utilizados para produzir energia, geralmente para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica.
A energia eólica é uma das mais promissoras fontes naturais de energia, e possui muitas vantagens, porque é renovável; ou seja, não se esgota, é limpa, amplamente distribuída globalmente, auxilia na redução do efeito estufa em substituição às fontes de combustíveis fósseis.
O Brasil tem um dos maiores potenciais eólicos do planeta e, existem muitos planos para exploração dessa fonte de energia. O que impede a instalação de mais centrais eólicas ainda é o preço, pois a energia gerada custa entre 60% e 70% a mais que a mesma quantidade gerada por uma usina hidrelétrica.

                                       Como funciona?